AVALIAÇÃO PSICOPEDAGÓGICA

 

Destina-se a crianças e jovens que, pontualmente ou de forma mais persistente, apresentem dificuldades escolares ou de aprendizagem.

 

Áreas como a leitura, o vocabulário, a escrita, o cálculo, a atenção, a memória, a grafia, entre outras, são fundamentais para que o processo de aprendizagem decorra com sucesso.

 

Assim, avaliam-se dificuldades específicas de aprendizagem, como sejam a Dislexia ou a Disortografia, mas também possíveis perturbações do desenvolvimento.

 

 

 
 
 
AVALIAÇÃO DE MATURIDADE ESCOLAR

 

Destina-se, habitualmente, a crianças do pré-escolar quando pais e/ou educadores têm dúvidas sobre se a criança estará pronta para iniciar o 1º Ciclo do Ensino Básico.

 

Aferem-se competências cognitivas e socio-emocionais de modo a compreender se a criança já as adquiriu, e assim realizar uma transição escolar positiva e tranquila, ou se poderá ser confrontada com exigências e aprendizagens para as quais não tem ainda maturidade.

 

É uma avaliação realizada em situações de antecipação ou adiamento da entrada no 1º ano de escolaridade.

 

Como?
A avaliação inicia-se com uma consulta com os pais onde é recolhido o historial de desenvolvimento da criança/adolescente e explorado o motivo do pedido.
Posteriormente, serão realizadas várias sessões de avaliação com recurso a provas formais e informais, de modo a diagnosticar o mais correctamente possível a situação.
Este processo termina com uma consulta de devolução dos resultados aos pais e com a definição das necessidades terapêuticas e formas de intervenção mais adequadas à criança/adolescente.
AVALIAÇÃO EMOCIONAL

 

Antes de iniciar qualquer tipo de intervenção é necessário proceder a uma avaliação emocional, a qual vai permitir identificar aspectos que podem não ser visiveis na entrevista inicial, bem como ajudar a encontrar a melhor estratégia de intervenção adequada à personalidade em questão, seja criança, adolescente ou adulto.

 

No caso de ser efetuada no inicio de um tratamento psicoterapêutico esta avaliação é efetuada após a primeira entrevista clinica, habitualmente na segunda sessão, sendo o seu feedback devolvido na terceira consulta, não estando prevista a elaboração de relatório.     

No caso de a Avaliação Emocional ser o objectivo do pedido, tal deve ficar explícito, sendo o relatório entregue sempre ao próprio ou aos pais no caso das crianças e adolescentes.